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Vinhos classificados com notas fantásticas pela crítica profissional

Vinhos com altas notas da imprensa especializada – os famosos vinhos “pontuados” – são muito procurados por quem gosta e entende de vinho. A avaliação de um crítico conhecido e renomado pode ser um bom parâmetro para escolher uma garrafa. A Mistral conta com centenas de vinhos pontuados – sempre pelos nomes mais respeitados do mundo do vinho: Robert Parker, Wine Spectator, Jancis Robinson, James Suckling, Decanter, Antonio Galloni, entre outros conceituados especialistas, estão relacionados nesta seção para facilitar a vida de quem procura vinhos com mais de 90 pontos.

Com milhões de rótulos diferentes de vinho sendo produzidos em todo o mundo, é muito difícil para quem quer escolher um bom tinto ou branco guiar-se apenas pelo nome do vinho. Todo enófilo sabe, porém, que o melhor modo de encontrar um bom vinho é olhar o nome de quem o produziu. Um produtor focado na qualidade certamente prefere sacrificar um pouco de seu lucro em um ano difícil a arriscar manchar sua reputação. É por esta razão que podemos comprar sem medo os rótulos de um produtor renomado, mesmo em uma safra considerada fraca para a região onde foram produzidos. O problema é como saber se um produtor é realmente bom. Até o século 20, a fama de um produtor precisava de décadas produzindo bons vinhos para ser consolidada, e chegava ao conhecimento dos amantes do vinho, geralmente pelo boca a boca.

Em meados de 1900, surgiram diversos profissionais – principalmente na Inglaterra – que descreviam os vinhos provados, oferecendo ao consumidor a possibilidade de “saber” como o vinho era antes de comprá-lo. Mas foi o americano Robert Parker quem revolucionou o mercado ao classificar com pontos os vinhos degustados, usando uma escala numérica de até 100 pontos. Se antes era difícil para um iniciante “decifrar” se um vinho merecia ser comprado, depois da classificação numérica isso ficou muito fácil: se um vinho recebeu uma nota alta, ele deve ser bom.

Uma coisa importante quando compramos vinhos baseando-nos nas notas, é pensar no gosto particular de cada crítico. Alguns, como Robert Parker e James Suckling, preferem vinhos mais opulentos e encorpados, enquanto outros como a inglesa Jancis Robinson valorizam mais a elegância, ou a tipicidade, caso do guia de vinhos italianos Gambero Rosso. Conhecendo um pouco o gosto particular de cada publicação ou crítico, fica muito mais fácil saber o que esperar do vinho. É sempre bom lembrar também que cada nota reflete uma avaliação pontual, que poderia eventualmente mudar se a avaliação fosse feita em outra ocasião. Um vinho que recebeu, por exemplo, 94 pontos, não é necessariamente melhor que outro classificado com 93. Em uma nova avaliação, essas notas poderiam até se inverter. Por outro lado, um vinho que recebe notas altas em diversas safras, é uma compra certa mesmo em uma safra mais difícil.

Um outro ponto importante: muitos vinhos não são avaliados pelos principais críticos. Não é porque um rótulo não tem nota que ele não pode ser excelente. Alguns são tão exclusivos que nem sempre chegam até os críticos ou, em outros casos, podem ainda não ter sido descobertos. O importante é usar o bom senso e aproveitar bem as notas. A melhor pessoa para julgar se gosta ou não de um vinho é quem irá bebê-lo.

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