Vale da Judéia

Israel é talvez o berço da produção de vinhos. Com a difusão do islamismo na região, os vinhedos foram destruídos. Com a volta dos judeus à Terra Santa no séc. XIX, as vinhas voltaram a ser plantadas, mas a revolução qualitativa dos vinhos israelenses somente ocorreu na década de 80, com o plantio de variedades nobres de uvas em locais mais frescos.

Hoje, apenas 15% da produção é voltada a vinhos feitos exclusivamente para cerimoniais religiosas e os melhores produtores conseguem talhar vinhos de qualidade bastante elevada. Nas colinas da Judeia, Domaine du Castel, o melhor produtor do país, cria vinhos ricos e cheios de personalidade, com um acento regional e classe mundial.

O Vale da Judéia, região marcada por elevadas altitudes e por relevo acidentado, está localizado ao redor da cidade de Jerusalém e dispõe de elevada altitude, beneficiando o cultivo das uvas uma vez que seu clima mediterrâneo marcado por verões quentes e úmidos é resfriado pela presença de ventos de altitude.

Já o solo de cultivo, caracteriza-se por ser predominantemente calcário, influência das grandes construções antigas realizadas na proximidade. Apesar de Domaine du Castel ser o mais prestigiado produtor da região, outros também merecem destaque, como Ella Valley, Clos de Gat e Flam, responsáveis pela elaboração de maravilhosos e prestigiados vinhos.

Atualmente, os melhores produtores do Vale da Judéia conseguem talhar vinhos de qualidade elevada, muitos deles elaborados no mesmo estilo dos rótulos do Velho Mundo, destacando-se os vinhos brancos que seguem a tipicidade dos vinhos de Borgonha, e os vinhos tintos que se assemelham aos da região francesa de Bordeaux.

Entre as uvas cultivadas nos vinhedos do Vale da Judéia ganham notoriedade as castas tintas Cabernet Sauvignon, Merlot, Petit Verdot, Cabernet Franc, Malbec e a cepa branca internacional Chardonnay, originando vinhos que agradam a crítica da atualidade, incluindo o famoso crítico americano Robert Parker.

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