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Caberlot

A uva Caberlot tem sua origem no cruzamento das tradicionais castas Cabernet Sauvignon e Merlot, transmitindo aos seus vinhos características das duas uvas, além de alcançar uma ótima capacidade de envelhecimento.

Sendo uma fruta naturalmente híbrida, a uva Caberlot tem tamanho médio e bagos com pele fina, de cor negra azulada, sugerindo uma tonalidade violeta. É cultivada com exposição regular ao sol para amadurecer completamente e resultar em uma fruta mais adocicada.

Descoberta na década de 1960 pelo engenheiro agrônomo Remigio Bordini, no topo de uma costa alta sobre o rio Arno, na região da Toscana, na Itália, a uva Caberlot foi apresentada ao renomado enólogo Vittorio Fiore somente duas décadas mais tarde. Ao deparar-se com a promissora variedade, Vittorio lançou seus esforços com o objetivo de limitar ou restringir a produção, convidando os vinicultores Wolf e Bettina Rogosky para plantarem 10 mil vinhas por hectare e podar apenas cinco cachos por planta.

Para dar sorte à safra, os Rogosky enterraram sob a primeira vinha uma garrafa de Sassicaia, um raro vinho Italiano.

Durante todos esses anos e até os dias de hoje, apenas um produtor de vinhos foi autorizado a utilizar essa uva na fabricação de seus rótulos, o prestigiado Podere Il Casnasciale. Os vinhos elaborados com essa casta trazem e são capazes de longo envelhecimento. Cultivada em terreno íngreme e rochoso, a uva Caberlot tem todas as fases de produção, do plantio à colheita, realizadas manualmente, sem uso de fertilizantes ou pesticidas.

Após um processo minucioso de cultivo, são colhidos no máximo 30 hectolitros por hectare. A seleção rigorosa dos cachos leva a Caberlot a um processo de refrigeração antes de ser levada ao porão, onde as uvas são armazenadas para fermentar suavemente em cubas de aço de até 10 hectolitros. O rendimento de cada vinhedo é fermentado individualmente, seguindo para a fermentação maloláctica, em barris de carvalho, onde são mantidos por 22 meses em contato com a madeira. 

Após a morte de Wolf Rogosky, Bettina seguiu cultivando a uva de tamanho médio para a produção de Il Carnasciale junto com seu filho Moritz e o enólogo Peter Schilling. Mais vinhas foram plantadas, entretanto, o cultivo segue reduzido. Cada garrafa do vinho produzido com a uva Caberlot tem seu conteúdo engarrafado a mão, assim como os rótulos; Bettina os etiqueta um por um. Esse cuidado no plantio da uva e na produção do vinho faz do Caberlot, de minúscula produção, um dos “cult wines” europeus, principalmente na Itália.

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