Mas de Daumas Gassac

O lendário Daumas Gassac foi considerado “o único Grand Cru do Midi” por Hugh Johnson. Para o jornalista, ele é “maravilhoso”; para Serena Sutcliffe, “estupendo”; para Clive Coates ele é “imensamente rico, muito sofisticado, um grande vinho, um dos melhores de toda a França”. Para a Revue du Vin de France, ele é “original, incomparável – e que prazer é degustá-lo!”. O vinho branco também é excelente, enquanto o Terrasses de Guilhem e o Figaro apresentam boa relação qualidade e preço.

Já o Daumas Gassac Blanc também é um vinho excelente e igualmente fascinante, sendo um blend das uvas Chardonnay e a Viognier como protagonistas, além da casta Petit Manseng e Chenin, amplamente cultivada e utilizadas na bodega francesa.

A vinícola Mas de Daumas Gassac é tradicionalmente descrita como “a primeira cultura do Languedoc”, e permanece única nesta área localizada no sul da França. A região de Languedoc-Roussillon é conhecida pelas altas temperaturas que apresenta, no entanto, o Alto Vale do Gassac – onde Mass de Daumas Gassac se localiza – possui um microclima mais fresco, equivalente a uma altitude de 500 metros.

Durante a noite, o ar frio do Larzac chega ao Alto Vale do Gassac garantindo uma boa temperatura para os vinhedos, mesmo com as elevadas temperaturas de verão. Com menor exposição dos raios solares, as videiras florescem cerca de três semanas mais tarde que a média cultivada em Languedoc, adicionando alta complexidade e delicadeza aos vinhos.

A cultura de vinhas em Mas de Daumas Gassac é totalmente orgânica. A vinícola mantém todas as características originais das sementes, uma vez que a clonagem – apesar de aumentar a produção em até duas vezes –, causa a perda das qualidades aromáticas e dos sabores. Em vista disso, todos os vinhos Mas de Daumas Gassac são produzidos com uvas naturais e tradicionais, dotadas de complexos sabores e aromas.

Entre as variedades cultivadas nos vinhedos de Mas de Daumas Gassac estão a uva Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Malbec, Merlot, Syrah, Tannat, Petit Verdot, Carmenère e outras dez raras e antigas uvas, que totalizam 20% dos vinhos tintos elaborados. Já entre as uvas brancas, são quatro variedades que compõem 90% da produção de vinhos brancos – Viognier, Chardonnay, Petit Manseng e Chenin Blanc.

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