Grandes parceiros da gastronomia, os vinhos italianos traduzem com elegância a diversidade de uvas e terroirs locais
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Vinhos da Itália
Vinhos italianos: tradição milenar e diversidade
A Itália rivaliza com a França em sua diversidade de grandes vinhos, famosas denominações, excelentes terroirs e variedade de castas autóctones. Elegância e classe combinadas à tipicidade e charme são a marca registrada de vários dos melhores vinhos italianos.
Entre as uvas tintas destacam-se a Nebbiolo – estrela dos rótulos do Piemonte –, a Sangiovese – do lendário Brunello di Montalcino e do elegante Chianti Classico –, a Barbera e a Aglianico.

Perguntas Frequentes
1. Vinho italiano combina melhor com massas e pizzas?
Os vinhos italianos são, por tradição, excelentes combinações para massas e pizzas. Tanto os tintos quanto os rosés e brancos exibem ótima acidez, fazendo deles parceiros perfeitos à mesa.
O molho de tomate pede um tinto com boa acidez e fruta. Os vinhos mais encorpados, com boa estrutura tânica, são uma ótima escolha para contrabalancear a gordura da calabresa. Já uma pizza mais leve ou uma massa com frutos do mar, por exemplo, vão bem com um rosé.
O molho de tomate pede um tinto com boa acidez e fruta. Os vinhos mais encorpados, com boa estrutura tânica, são uma ótima escolha para contrabalancear a gordura da calabresa. Já uma pizza mais leve ou uma massa com frutos do mar, por exemplo, vão bem com um rosé.
2. O que significa DOCG, DOC e IGT nos rótulos italianos?
As siglas DOCG, DOC e IGT representam diferentes níveis no sistema de legislação de vinhos da Itália, indicando qualidade e local de origem dos vinhos.
No topo da hierarquia estão os vinhos DOCG (Denominazione di Origine Controllata e Garantita), produzidos segundo regras rigorosas de cultivo e produção, e também submetidos a análises técnicas e degustações antes de receber a aprovação para serem comercializados. Alguns dos DOCGs mais conhecidos da Itália incluem Barolo no Piemonte e Brunello di Montalcino na Toscana.
Logo abaixo na hierarquia estão os vinhos DOC (Denominazione di Origine Controllata), que também atendem a diversas regulamentações - mas menos restritas do que as aplicadas aos vinhos DOCG.
Abaixo do nível DOC existe o IGT (Indicazione Geografica Tipica). Embora também indique padrões de produção e procedência geográfica, a categoria IGT oferece maior liberdade aos produtores. Por isso, alguns vinhos como os famosos Supertoscanos podem optar por utilizar essa classificação.
No topo da hierarquia estão os vinhos DOCG (Denominazione di Origine Controllata e Garantita), produzidos segundo regras rigorosas de cultivo e produção, e também submetidos a análises técnicas e degustações antes de receber a aprovação para serem comercializados. Alguns dos DOCGs mais conhecidos da Itália incluem Barolo no Piemonte e Brunello di Montalcino na Toscana.
Logo abaixo na hierarquia estão os vinhos DOC (Denominazione di Origine Controllata), que também atendem a diversas regulamentações - mas menos restritas do que as aplicadas aos vinhos DOCG.
Abaixo do nível DOC existe o IGT (Indicazione Geografica Tipica). Embora também indique padrões de produção e procedência geográfica, a categoria IGT oferece maior liberdade aos produtores. Por isso, alguns vinhos como os famosos Supertoscanos podem optar por utilizar essa classificação.
3. Guardar ou beber? Desvendando o envelhecimento dos grandes vinhos italianos
A maturação dos bons vinhos em garrafa revela qualidades que somente se desenvolvem sob a ação do tempo. Os vinhos podem começar a mostrar novas camadas vários anos após a colheita. Ainda assim, há quem prefira beber esses rótulos enquanto jovens, saboreando sua energia e exuberância.















































