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Tinto

Elaborado a partir da fermentação de castas tintas, o Vinho Tinto pode ser produzido com diferentes tipos de cepas, levando apenas uma delas (estilo varietal) ou mais de uma, entrando assim, na classificação de corte. Em sua elaboração podem ser utilizadas, por exemplo, as uvas Merlot, Tannat, Zinfandel, Touriga Nacional, Tempranillo, Pinot Noir, Cabernet Franc, Sangiovese e muitas outras. É a variedade escolhida para a elaboração da bebida que definirá se a coloração do vinho tinto será mais opaca ou bastante intensa.

Após o produtor definir a melhor variedade de uva para utilizar na elaboração do seu vinho, a casca da uva utilizada para a produção do vinho tinto permanece em contato com o sumo das uvas frescas antes do processo de fermentação, denominado mosto, durante algum tempo. Essa etapa no processo de elaboração do vinho é necessária para que todo o pigmento e tanino da uva seja extraído, já os que mesmos se concentram na casca da cepa tinta.

Esse tempo de contato pode variar bastante de acordo com o resultado que o produtor deseja alcançar. Caso o enólogo opte por um vinho tinto que possua maior estrutura e com potencial de guarda elevado, as cascas devem ficar maior tempo em contato com o mosto. O processo é de extrema importância para conferir tais características aos vinhos, uma vez que durante a fermentação há o surgimento do “chapéu”, momento em que as partes sólidas se aglomeram fazendo com que as impurezas flutuem na superfície do mosto.

Para que o sumo das uvas frescas obtenha aromas, pigmentos e a quantidade desejada de tanino, é necessário que o produtor bombeie o mosto para a parte superior, local onde as impurezas encontram-se flutuando, tal processo é utilizado para que o contato com as cascas seja mais intensificado, garantindo assim, maior estrutura para o vinho tinto. Caso a fermentação seja realizada até o final, todo o açúcar do sumo da cepa será convertido em álcool, resultando assim em um açúcar residual bastante baixo, criando o vinho tinto seco.

Alguns exemplares podem passar pela fermentação malolática, processo caracterizado por transformar o ácido málico presente nas uvas em ácido lático, tornando o vinho em um exemplar mais fraco. Após a finalização do processo de elaboração do vinho, é decidido se a variedade vai amadurecer em barricas de carvalho ou outro tipo de madeira, a fim de definir quais aromas o vinho tinto vai possuir, além de agir diretamente em sua quantidade final de tanino. 

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Amarone Valpolicella Vigneto Monte Sant'Urbano 2013  - meia gfa.

375ml

94

pontos

Amarone Valpolicella Vigneto Monte Sant'Urbano 2013 - ... (Speri)

Tinto, Corvina Veronese, Corvinone, Rondinella, Molinara, Itália

Speri é indiscutivelmente uma das maiores estrelas de Valpolicella. Segundo o Gambero Rosso, Speri tem uma "notável importância histórica na região de Valpolicella, produzindo sempre alguns dos melhores e mais interessantes vinhos da denominação." Os vinhedos estão todos localizados dentro de Valpolicella Classico, o que é raríssimo entre os produtores desta região. Entre os 60 hectares - todos de cultivo orgânico - a joia da coroa é o fantástico Sant'Urbano, considerado um dos mais excepcionais terroirs do Vêneto. Segundo Robert Parker, os vinhos das safras recentes de Speri estão "realmente impressionantes, mostrando que os vinhos de Sant'Urbano são de fato excepcionais". Os vinhos de Speri combinam classe e elegância com uma grande apelo regional. O Valpolicella Classico, segundo Parker, "mostra todas as características que fazem do Valpolicella um vinho tão gastronômico e fácil de gostar." O Ripasso de Speri mostra "uma suculência e frescor dificilmente encontrados em um Ripasso" segundo o crítico, que avaliou a última safra degustada com 91 pontos - o classificando como o melhor Ripasso da safra 2012. O Sant'Urbano Apassimento Valpolicella Classico Superiore, por sua vez, é um "super Valpolicella", que concorre com os Amarones de outros produtores. Também elaborado apenas com uvas do vinhedo Sant'Urbano, o Amarone della Valpolicella de Speri é um vinho obrigatório para quem gosta do aristocrático Amarone. Com uma coleção de mais de 10 "Tre Bicchieri" do Gambero Rosso, é descrito como "monumental" por Robert Parker, que concedeu 94 pontos para a safra 2009. O vinho combina de maneira magistral potência e frescor, com uma elegância que o torna perfeito para acompanhar comida - uma exceção entre os vinhos da denominação. Estes vinhos artesanais e de minúscula produção estão entre os maiores segredos do Veneto e certamente entre os melhores e mais típicos que a região de Valpolicella pode produzir.

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